segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

1-jan-2010 – CHEGOU O GRANDE DIA



Finalmente chegou o grande dia. Depois de uma noite dormida (?) sabe-se lá de que jeito, eis que amanhece, não só um novo dia, mas um novo ano. Mas você acha que alguém lembrou-se de desejar FELIZ ANO NOVO para alguém? Qual o quê! Havia coisas mais importantes para se pensar: o Commander (que é como passaremos a designar o motorhome daqui por diante) está em ordem? As roupas estão todas a bordo? Inclusive para o frio? E a máquina fotográfica? E o carregador? E o computador? E...? e...? e...?
E lá fomos nós. Eram 8h25min. O Commander atende o comando e rompe marcha. E lá ficam, a nos abanar um breve adeus os papais Sergio & Mirney, Alexandre & Cris, além de Opa de tia Ligia. Coração apertado, uma lágrima teimosa e, principalmente, uma baita de uma emoção. Começava, assim, a grande aventura denominada EXPEDIÇÃO DINOSSAURO 2010.
Mas, é bom não se esquecer de mencionar: antes que chegássemos à primeira esquina, a Vovó puxou uma oração, em que rogamos ao Soberano Criador, o nosso Deus, que, além de nos proteger e aos que nos são caros e que ficaram em casa, que nos propiciasse oportunidade de nos divertirmos e de fazer o b em sempre que uma oportunidade se apresente.

Regulamento da Viagem: Logo de início foi informado qual seria o regulamento da viagem, que constaria de somente 2 artigos:
Art. 1º. – Todos manterão sempre o bom-humor.
Art. 2º. – Em caso de perda do bom-humor, aplica-se o art. 1º.
Esse pequeno regulamento, acompanhado de pequenos hábitos que fomos incorporando, como o aplaudir tanto os bons comportamentos como até as mancadas e eventuais maus humores, tem resultado numa convivência alegre, divertida e bem-humorada (claro, sempre com pequenas exceções)

O Primeiro Lanche – Desastres: passadas as primeiras emoções e, ao descobrirmos que havia gente que sequer havia tomado café, fizemos uma parada no Posto Sorocaba, em Paulo Lopes, para um lanche. Por sorte, ninguém aceitou toddynho ou qualquer coisa do gênero, tendo cada um dos 2 sido servido com um copo d’água pois, mal fazia um minuto que o lanche tinha começado e... adivinhe... o João Mateus derruba seu copo sobre a Bruna. E, ½ minuto depois, alguém adivinha? A Bruna derruba seu copo sobre o João Mateus. Muitas emoções!... não que o derrubamento de copos e xícaras não continue acontecendo; todavia, num ritmo menos frenético, thanks God!!!

Final da tarde - O Grande BUUUUMM!!! Tínhamos acabado de ultrapassar Eldorado do Sul, na grande Porto Alegre, num daqueles baitas retões da BR 290, eram por volta de 18h30min e.... buuuuuuuuuummmmm, explosão total do pneu dianteiro direito. Incrível, um pneu Good Year, radial, 30 mil km, 2 anos de uso, nunca furou ou andou vazio... a única explicação com que conseguimos atinar foi a de um objeto pontiagudo que não tenha sido notado na pista. Não foi fácil controlar o veiculo, que desembestou pelo acostamento. Felizmente, não estávamos a mais do que uns 85km/h. Depois de pararmos e passado o maior susto, fomos conversar com um pessoal que pescava numa vala de arrozeira, às margens da rodovia e que assistiram ao ocorrido. Segundo um brigadiano aposentado que ali se achava, foi pela graça de Deus que não fomos cair em cima deles, no meio do arrozal. Acho que ele exagerou um pouco, pois nem foi tão difícil assim. Em que pese o João Mateus ter atribuído a honraria de HERÓI ao vovô.
Na seqüência, os incômodos rotineiros nessas circunstancias: notificar seguradora, aguardar socorro, ir a borracheiro (era feriadão), comprar pneu, comprar peças para rodo-ar, consertar tudo. Somando a isso que a geladeira também apresentou problemas, acabamos nos atrasando em um dia, fazendo com que reencenássemos viagem somente na tarde do dia 2.

4 comentários:

  1. Início de ano, início de expedição, sempre tem que acontecer algo pra dar sorte !
    Amamos vocês desbravadores !
    Cris

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  2. Expedição sem aventura não é expedição. Duas aventuras num dia só: derrubada de águas e pneu furado.

    Alexandre

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  3. Meu Deus....um pouquinho de emoção para começar !
    Sergio - pai da Bruna

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  4. João Mateus derrubou o copo de água na Bruna sem querer. E a Bruna, por um desses acasos do destino, acabou por derrubar também...

    Tio-avô Otávio, surpreso com as concidências da vida...

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